Ritmo Económico
Ritmo Económico 10/2025 | Comércio Internacional Português e as Perspetivas Empresariais
A elaboração deste número do Ritmo Económico ocorre por ocasião da realização da conferência que marca o arranque da terceira edição do Portugal Export +60’30, uma iniciativa conjunta organizada pela AEP e pelo Novo Banco, que tem o Expresso como media partner, que teve lugar nas instalações do Grupo Impresa, em Paço de Arcos.
Deste modo, o tema deste número aborda o comércio internacional português, com detalhe do respetivo enquadramento, dos desafios, bem como do importante papel das políticas públicas e de entidades privadas, sublinhando o papel que a AEP continuará a ter no apoio à promoção externa das empresas.
Os dados são muito claros quanto aos constrangimentos que afetam a atividade empresarial: aos novos problemas de natureza conjuntural (contexto internacional: geopolítica e protecionismo comercial) juntam-se os “velhos” problemas de natureza estrutural que continuam a afetar sobremaneira a competitividade externa da economia portuguesa.
Neste número são ainda divulgados os resultados do Inquérito Flash AEP | Perspetivas de evolução da atividade empresarial, que pretende auscultar o sentimento dos empresários, no sentido de saber como tem estado a evoluir a atividade das empresas, tanto na vertente nacional como internacional, quais os constrangimentos que sentem e a identificação de propostas de medidas que poderão contribuir para a resolução dos problemas.
Embora o inquérito esteja ainda em curso, as respostas que obtivemos já são muito claras quanto aos habituais constrangimentos que afetam as empresas, e cuja resolução muito depende da atuação das políticas nacionais (redução da burocracia, fiscalidade mais competitiva, financiamento do investimento adequado e célere, …), que se somam aos obstáculos do contexto internacional (tarifas, regulação, …).
Aparentemente, os resultados sobre a evolução da atividade empresarial em 2025, nos mercados internacional e nacional, são melhor do que os expectáveis, contudo poderão estar associados a aspetos de natureza muito conjuntural (nomeadamente, antecipação de encomendas e outros).
Assinala-se ainda que as perspetivas para 2026 também são ligeiramente otimistas, o que é positivo, tendo em conta que o grau de confiança dos agentes económicos é muito importante, nomeadamente em matéria de realização de investimento!
Lurdes Fonseca
AEP - Departamento de Estudos e Estratégia
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Deste modo, o tema deste número aborda o comércio internacional português, com detalhe do respetivo enquadramento, dos desafios, bem como do importante papel das políticas públicas e de entidades privadas, sublinhando o papel que a AEP continuará a ter no apoio à promoção externa das empresas.
Os dados são muito claros quanto aos constrangimentos que afetam a atividade empresarial: aos novos problemas de natureza conjuntural (contexto internacional: geopolítica e protecionismo comercial) juntam-se os “velhos” problemas de natureza estrutural que continuam a afetar sobremaneira a competitividade externa da economia portuguesa.
Neste número são ainda divulgados os resultados do Inquérito Flash AEP | Perspetivas de evolução da atividade empresarial, que pretende auscultar o sentimento dos empresários, no sentido de saber como tem estado a evoluir a atividade das empresas, tanto na vertente nacional como internacional, quais os constrangimentos que sentem e a identificação de propostas de medidas que poderão contribuir para a resolução dos problemas.
Embora o inquérito esteja ainda em curso, as respostas que obtivemos já são muito claras quanto aos habituais constrangimentos que afetam as empresas, e cuja resolução muito depende da atuação das políticas nacionais (redução da burocracia, fiscalidade mais competitiva, financiamento do investimento adequado e célere, …), que se somam aos obstáculos do contexto internacional (tarifas, regulação, …).
Aparentemente, os resultados sobre a evolução da atividade empresarial em 2025, nos mercados internacional e nacional, são melhor do que os expectáveis, contudo poderão estar associados a aspetos de natureza muito conjuntural (nomeadamente, antecipação de encomendas e outros).
Assinala-se ainda que as perspetivas para 2026 também são ligeiramente otimistas, o que é positivo, tendo em conta que o grau de confiança dos agentes económicos é muito importante, nomeadamente em matéria de realização de investimento!
Lurdes Fonseca
AEP - Departamento de Estudos e Estratégia