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Economia. Unir esforços para ampliar exportações
Tecido empresarial mais competitivo e correto alinhamento das políticas públicas é fundamental
2025.12.03
As empresas portuguesas precisam de olhar para a nova realidade mundial e investir mais em inovação, alta tecnologia e na capacitação e requalificação dos trabalhadores.
Esta foi uma das conclusões que saiu do lançamento da terceira edição do Portugal Export +60’30, um projeto da AEP e do novobanco, realizado ontem numa sessão promovida com o apoio do jornal Expresso, um dos parceiros da iniciativa.
Inverter a tendência de descida nos negócios além-fronteiras é necessário para fazer crescer a economia. Promover um tecido empresarial mais competitivo e a existência de um correto alinhamento das políticas públicas com o trabalho das empresas são fatores determinantes para conseguir que as exportações representem 60% do PIB até 2030, como é mote deste projeto.
As visões de Luís Miguel Ribeiro, presidente do CA da AEP, de Luís Ribeiro, administrador do novobanco, dos ex-ministros da Economia Pedro Reis e Manuel Caldeira Cabral e do advogado e ex-ministro da Defesa António Vitorino apontam para um leque de soluções a adotar para que as exportações melhorem e tenham um peso maior na economia nacional.
Nesta sessão registou-se uma grande sintonia sobre alguns dos constrangimentos a remover, como a burocracia associada à utilização de fundos europeus, a redução da carga fiscal, assim como uma requalificação de trabalhadores e empresários, ou perceber que o setor da Defesa abre um sem-fim de oportunidades de negócio.
No final desta 3.ª edição do Portugal Export +60'30 será apresentada uma nova edição do "Livro Branco das Exportações" com todas as reflexões e sugestões identificadas pelos empresários.
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In Portugal Empresarial n.º 1173
2025.12.03
2025.12.03