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Economia. Centralismo limita crescimento do país
Presidente do CA da AEP no Fórum da TSF
2026.01.26
Um estudo desenvolvido pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEP) conclui que o atual modelo de centralismo territorial em Portugal está a comprometer a coesão nacional e a limitar o potencial de crescimento económico do país no contexto da União Europeia, além de causar impactos negativos persistentes no desempenho económico de longo prazo, acentuando desigualdades regionais.
Para a AEP – que tem em curso um inquérito desenvolvido precisamente em parceria com a FEP para aferir a perceção dos empresários sobre a competitividade das regiões, essencialmente na Região Norte –, esta conclusão não é novidade, porque "o desenvolvimento económico do país só se consegue com uma política de atração de investimento para todas as regiões, em especial as mais industrializadas".
Lembrando que os indicadores demonstram que as regiões mais industrializadas do país são as que têm um PIB per capita mais baixo, o presidente do CA da AEP, Luís Miguel Ribeiro, salientou, no Fórum da TSF sobre o tema, que "a coesão territorial é fundamental para ajudar o país a crescer e a desenvolver-se".
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In Portugal Empresarial n.º 1201
2026.01.26
2026.01.26