ONLINE | NIS2 CONTINUIDADE - Continuidade de Atividades, Recuperação de Desastres e Gestão de Crises
Datas
4, 11 e 18 de dezembro de 2026
Local
Online
Horário
14:30 – 17:30
Duração
9 horas
Preço
Associado AEP: 495€
Outros: 550€
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Enquadramento
NIS2 CONTINUIDADE - Continuidade de Atividades, Recuperação de Desastres e Gestão de Crises
Preparar, manter, recuperar e validar serviços, funções ou atividade críticas perante incidentes, interrupções ou desastre
Preparar, manter, recuperar e validar serviços, funções ou atividade críticas perante incidentes, interrupções ou desastre
Sabe quais as atividades que não podem parar e durante quanto tempo? Tem cópias de segurança, planos e recursos, mas já verificou se permitem recuperar dentro dos critérios definidos? Consegue demonstrar quem decide o regresso à operação, com que fundamento e com que evidência?
O curso foi concebido para capacitar profissionais que precisam de transformar requisitos de continuidade em critérios, planos, cópias de segurança, verificações, testes, recuperação e evidência, articulando as necessidades do negócio com as capacidades técnicas e organizacionais da entidade.
O curso enquadra estes temas no Regime Jurídico da Cibersegurança, no Regulamento n.º 756/2026 e nas medidas aplicáveis do QNRCS 2.0, distinguindo o que é exigível em função da qualificação, do nível de conformidade ou do grupo aplicável. As orientações técnicas da ENISA são utilizadas como apoio à operacionalização, de acordo com a respetiva natureza e força.
A formação distingue expressamente:
- medidas aplicáveis a Entidades Essenciais e Importantes, de acordo com o nível de conformidade;
- medidas aplicáveis a Entidades Públicas Relevantes, de acordo com o grupo aplicável;
- instrumentos utilizados como preparação, operacionalização ou boa prática técnica.
O curso transforma esta exigências num ciclo:
obrigação aplicável → atividade crítica → impacto → risco → requisito de continuidade → medida → preparação → teste → ativação → recuperação → validação → comunicação → evidência → ação corretiva → reteste
É disponibilizado o Toolkit Essencial NIS2 — Continuidade das Atividades, com seis templates editáveis e reutilizáveis, a utilizar nos exercícios:
- Análise de Impacto e Requisitos de Continuidade;
- Plano Integrado de Continuidade e Recuperação;
- Política e Procedimento de Cópias de Segurança;
- Plano de Verificação, Restauro e Testes de Recuperação;
- Plano de Gestão de Crises e Comunicação;
- Registo de Ativação, Recuperação, Validação do Regresso à Operação, Comunicações, Risco Residual e Ações Corretivas.
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Objetivos
No final da formação, os participantes deverão ser capazes de:
- identificar o enquadramento e as medidas de continuidade aplicáveis à entidade;
- identificar serviços, funções ou atividades críticas, ativos TIC, partes interessadas e dependências relevantes;
- realizar uma análise de impacto simplificada e definir prioridades, requisitos e objetivos de continuidade;
- relacionar MAO/MTPD, RTO, RPO e SDO com o contexto e os objetivos de recuperação;
- estruturar os elementos essenciais dos Planos de Continuidade de Negócio e de Recuperação de Desastres;
- definir os elementos essenciais da Política e dos Procedimentos de Cópias de Segurança;
- avaliar integridade, completude, disponibilidade, utilização, restauro, redundância e capacidade de recuperação;
- preparar verificações e testes de restauro, recuperação, failover, redundância e capacidade;
- estruturar responsabilidades, autoridade, critérios de ativação e comunicação em situação de crise;
- avaliar resultados, risco residual, ações corretivas e necessidades de reteste;
- definir critérios técnicos e funcionais para validar o regresso à operação;
- organizar decisões, medidas, testes, resultados, comunicações e evidências no Toolkit.
Programa
Sessão 1 — Enquadrar, analisar impactos e definir requisitos de continuidade
Pergunta central: Que medidas de continuidade são aplicáveis à entidade e a que atividades?
A sessão começa pelo enquadramento das medidas aplicáveis, distinguindo Entidades Essenciais e Importantes, em função do nível de conformidade, e Entidades Públicas Relevantes, de acordo com o grupo aplicável. Os participantes identificam serviços, funções ou atividades críticas, ativos TIC, infraestruturas, partes interessadas, fornecedores e dependências internas, externas e intersetoriais. É trabalhada uma análise de impacto simplificada e a relação entre MAO/MTPD, RTO, RPO e SDO como instrumentos técnicos para estruturar requisitos e objetivos de recuperação. A sessão aborda ainda os elementos essenciais do Plano Integrado de Continuidade e Recuperação, correspondente, na sua estrutura, aos Planos de Continuidade de Negócio e de Recuperação de Desastres. São definidos critérios de ordem de recuperação, responsabilidades, recursos, condições de ativação e operação degradada.
Exercício prático: quatro atividades disputam recursos limitados e dependem de ativos, serviços externos e fornecedores comuns. Os participantes têm de decidir o que é crítico, definir prioridades e objetivos de recuperação, identificar conflitos e iniciar os elementos do plano.
Outputs trabalhados: Análise de Impacto e Requisitos de Continuidade; Plano Integrado de Continuidade e Recuperação.
Exercício assíncrono facultativo: mini-análise de impacto de uma atividade, processo ou serviço da entidade, ou do caso pedagógico, sem entrega obrigatória e sem integração na carga horária.
Sessão 2 — Preparar cópias de segurança, redundância e recuperação de desastres
Pergunta central: As cópias de segurança, os recursos e os procedimentos permitem recuperar dentro dos critérios definidos?
A sessão trabalha a Política e o Procedimento de Cópias de Segurança, incluindo âmbito, periodicidade, retenção, localização, segregação do ambiente protegido, proteção física e lógica, acessos, cifragem, gestão de chaves, integridade, completude, exatidão, disponibilidade e possibilidade de utilização. São analisados procedimentos de restauro, critérios de sucesso e falha, redundância das próprias cópias e capacidade necessária à recuperação. A redundância é abordada também ao nível dos sistemas, ativos, instalações, pessoas, competências, autoridade e canais de comunicação. A sessão trabalha ainda a proteção e acessibilidade dos planos durante uma indisponibilidade e a dependência de fornecedores e recursos externos.
Exercício prático: existe uma cópia recente, mas surgem problemas de integridade, completude, configuração, chave de cifragem, capacidade, dependência do ambiente afetado, disponibilidade do fornecedor e ausência de teste recente. Os participantes têm de decidir se a cópia pode ser utilizada, definir verificações, critérios de sucesso, ações de regularização e evidências.
Outputs trabalhados: Política e Procedimento de Cópias de Segurança; Plano de Verificação, Restauro e Testes de Recuperação.
Exercício assíncrono facultativo: análise da capacidade de recuperação de um sistema ou serviço, desde a cópia até ao restauro verificável, sem execução de testes reais obrigatórios.
Sessão 3 — Testar, gerir a crise, recuperar e validar o regresso à operação
Pergunta central: As medidas funcionam e existem condições para autorizar o regresso à operação?
A sessão trabalha métodos de verificação e teste, incluindo revisão documental, walkthrough, tabletop, restauro, failover, redundância, capacidade e canais alternativos. São analisados periodicidade e gatilhos de revisão, critérios de declaração de crise, ativação e desativação da recuperação, equipa de crise, autoridade, escalamento, operação degradada e mecanismos de fallback. A formação articula o Plano de Resposta a Incidentes, o Plano de Recuperação de Desastres, o Plano de Continuidade de Negócio e a gestão de crise, delimitando o aprofundamento que pertence ao NIS2 RESPONDE. São ainda trabalhados fornecedores, validação técnica e funcional, risco residual, comunicações às partes interessadas e critérios para declarar terminado o processo de recuperação. A sessão fecha com a cadeia critério → teste → resultado → desvio → decisão → ação corretiva → reteste → evidência.
Exercício final integrador: um serviço crítico encontra-se parcialmente recuperado, os objetivos estão em risco, existe capacidade insuficiente, um fornecedor está atrasado, há operação degradada e o canal normal de comunicação falhou. Os participantes têm de decidir sobre crise, prioridades, recuperação, comunicações, risco residual, regresso à operação, ações corretivas e reteste.
Outputs trabalhados: Plano de Gestão de Crises e Comunicação; Registo de Ativação, Recuperação, Validação do Regresso à Operação, Comunicações, Risco Residual e Ações Corretivas.
Pergunta central: Que medidas de continuidade são aplicáveis à entidade e a que atividades?
A sessão começa pelo enquadramento das medidas aplicáveis, distinguindo Entidades Essenciais e Importantes, em função do nível de conformidade, e Entidades Públicas Relevantes, de acordo com o grupo aplicável. Os participantes identificam serviços, funções ou atividades críticas, ativos TIC, infraestruturas, partes interessadas, fornecedores e dependências internas, externas e intersetoriais. É trabalhada uma análise de impacto simplificada e a relação entre MAO/MTPD, RTO, RPO e SDO como instrumentos técnicos para estruturar requisitos e objetivos de recuperação. A sessão aborda ainda os elementos essenciais do Plano Integrado de Continuidade e Recuperação, correspondente, na sua estrutura, aos Planos de Continuidade de Negócio e de Recuperação de Desastres. São definidos critérios de ordem de recuperação, responsabilidades, recursos, condições de ativação e operação degradada.
Exercício prático: quatro atividades disputam recursos limitados e dependem de ativos, serviços externos e fornecedores comuns. Os participantes têm de decidir o que é crítico, definir prioridades e objetivos de recuperação, identificar conflitos e iniciar os elementos do plano.
Outputs trabalhados: Análise de Impacto e Requisitos de Continuidade; Plano Integrado de Continuidade e Recuperação.
Exercício assíncrono facultativo: mini-análise de impacto de uma atividade, processo ou serviço da entidade, ou do caso pedagógico, sem entrega obrigatória e sem integração na carga horária.
Sessão 2 — Preparar cópias de segurança, redundância e recuperação de desastres
Pergunta central: As cópias de segurança, os recursos e os procedimentos permitem recuperar dentro dos critérios definidos?
A sessão trabalha a Política e o Procedimento de Cópias de Segurança, incluindo âmbito, periodicidade, retenção, localização, segregação do ambiente protegido, proteção física e lógica, acessos, cifragem, gestão de chaves, integridade, completude, exatidão, disponibilidade e possibilidade de utilização. São analisados procedimentos de restauro, critérios de sucesso e falha, redundância das próprias cópias e capacidade necessária à recuperação. A redundância é abordada também ao nível dos sistemas, ativos, instalações, pessoas, competências, autoridade e canais de comunicação. A sessão trabalha ainda a proteção e acessibilidade dos planos durante uma indisponibilidade e a dependência de fornecedores e recursos externos.
Exercício prático: existe uma cópia recente, mas surgem problemas de integridade, completude, configuração, chave de cifragem, capacidade, dependência do ambiente afetado, disponibilidade do fornecedor e ausência de teste recente. Os participantes têm de decidir se a cópia pode ser utilizada, definir verificações, critérios de sucesso, ações de regularização e evidências.
Outputs trabalhados: Política e Procedimento de Cópias de Segurança; Plano de Verificação, Restauro e Testes de Recuperação.
Exercício assíncrono facultativo: análise da capacidade de recuperação de um sistema ou serviço, desde a cópia até ao restauro verificável, sem execução de testes reais obrigatórios.
Sessão 3 — Testar, gerir a crise, recuperar e validar o regresso à operação
Pergunta central: As medidas funcionam e existem condições para autorizar o regresso à operação?
A sessão trabalha métodos de verificação e teste, incluindo revisão documental, walkthrough, tabletop, restauro, failover, redundância, capacidade e canais alternativos. São analisados periodicidade e gatilhos de revisão, critérios de declaração de crise, ativação e desativação da recuperação, equipa de crise, autoridade, escalamento, operação degradada e mecanismos de fallback. A formação articula o Plano de Resposta a Incidentes, o Plano de Recuperação de Desastres, o Plano de Continuidade de Negócio e a gestão de crise, delimitando o aprofundamento que pertence ao NIS2 RESPONDE. São ainda trabalhados fornecedores, validação técnica e funcional, risco residual, comunicações às partes interessadas e critérios para declarar terminado o processo de recuperação. A sessão fecha com a cadeia critério → teste → resultado → desvio → decisão → ação corretiva → reteste → evidência.
Exercício final integrador: um serviço crítico encontra-se parcialmente recuperado, os objetivos estão em risco, existe capacidade insuficiente, um fornecedor está atrasado, há operação degradada e o canal normal de comunicação falhou. Os participantes têm de decidir sobre crise, prioridades, recuperação, comunicações, risco residual, regresso à operação, ações corretivas e reteste.
Outputs trabalhados: Plano de Gestão de Crises e Comunicação; Registo de Ativação, Recuperação, Validação do Regresso à Operação, Comunicações, Risco Residual e Ações Corretivas.
Metodologia
Cada sessão responde a uma pergunta operacional, integra um exercício principal e desenvolve um conjunto limitado de artefactos do Toolkit Essencial NIS2 — Continuidade das Atividades.
Os casos são apresentados por vagas sucessivas de informação. Os participantes identificam factos, pressupostos e informação em falta, atualizam impactos e prioridades, fundamentam decisões, definem critérios de verificação e teste e organizam progressivamente a evidência.
A formação segue a assinatura pedagógica: APRESENTAR → DEMONSTRAR → PRATICAR → DISCUTIR → VERIFICAR → CONSOLIDAR.
Nos casos de uso em que seja pedagogicamente adequado, o CYBERSECURE é utilizado como plataforma de apoio à realização dos exercícios e à organização da informação sobre atividades críticas, dependências, requisitos, responsabilidades, medidas, verificações, testes, resultados, ações de regularização, risco residual e evidências.
A utilização da plataforma é articulada com os artefactos editáveis do Toolkit e não substitui a análise, a decisão, a aprovação, a implementação, a verificação, o teste, a validação, a supervisão ou a responsabilidade das funções competentes.
Existem dois exercícios assíncronos facultativos, associados às sessões 1 e 2. Não existe trabalho assíncrono obrigatório. Os exercícios facultativos não integram a carga horária, não exigem entrega e não condicionam a avaliação ou certificação.
O Toolkit é trabalhado durante as sessões e disponibilizado em formato editável e reutilizável. A Documentação Pedagógica Complementar é disponibilizada como referência para aplicação posterior.
A avaliação é contínua e formativa. A utilização do CYBERSECURE não constitui uma competência autónoma de avaliação; é avaliada a qualidade da análise, da fundamentação, das decisões, das verificações e da evidência organizada, independentemente do suporte utilizado.
Os casos são apresentados por vagas sucessivas de informação. Os participantes identificam factos, pressupostos e informação em falta, atualizam impactos e prioridades, fundamentam decisões, definem critérios de verificação e teste e organizam progressivamente a evidência.
A formação segue a assinatura pedagógica: APRESENTAR → DEMONSTRAR → PRATICAR → DISCUTIR → VERIFICAR → CONSOLIDAR.
Nos casos de uso em que seja pedagogicamente adequado, o CYBERSECURE é utilizado como plataforma de apoio à realização dos exercícios e à organização da informação sobre atividades críticas, dependências, requisitos, responsabilidades, medidas, verificações, testes, resultados, ações de regularização, risco residual e evidências.
A utilização da plataforma é articulada com os artefactos editáveis do Toolkit e não substitui a análise, a decisão, a aprovação, a implementação, a verificação, o teste, a validação, a supervisão ou a responsabilidade das funções competentes.
Existem dois exercícios assíncronos facultativos, associados às sessões 1 e 2. Não existe trabalho assíncrono obrigatório. Os exercícios facultativos não integram a carga horária, não exigem entrega e não condicionam a avaliação ou certificação.
O Toolkit é trabalhado durante as sessões e disponibilizado em formato editável e reutilizável. A Documentação Pedagógica Complementar é disponibilizada como referência para aplicação posterior.
A avaliação é contínua e formativa. A utilização do CYBERSECURE não constitui uma competência autónoma de avaliação; é avaliada a qualidade da análise, da fundamentação, das decisões, das verificações e da evidência organizada, independentemente do suporte utilizado.
Formadores
Henrique Necho
- Formador certificado
- Responsável de Cibersegurança, consultor e formador em NIS2
- Mais de 30 anos de experiência profissional nas áreas de redes e sistemas, cibersegurança, auditoria, privacidade, governação e regulação tecnológica
- Trabalho orientado para a tradução de requisitos legais e regulamentares em decisões, responsabilidades, medidas, processos, verificações e evidências aplicáveis às organizações
- Responsável pela conceção técnica e pedagógica do portefólio de formação NIS2 e dos respetivos casos, exercícios, Toolkits e Dossiers
- Certificações profissionais: CISM, CISA, ISO/IEC 27001 Lead Implementer, ISO/IEC 27005 Senior Risk Manager, CIPP/E, CIPM e CIPT
- Investigação e escrita do livro "NIS2 EXECUTA — Implementação Prática para Responsáveis de Cibersegurança (CISOs)"
- Responsável pela conceção do CYBERSECURE e pelo seu alinhamento com o RJC e o Regulamento n.º 756/2026
Destinatários
A formação destina-se prioritariamente a profissionais com responsabilidades na continuidade das atividades, recuperação de desastres, cibersegurança, TIC, operações, infraestruturas, gestão dos riscos e gestão de crises, nomeadamente:
Não é uma formação técnica aprofundada sobre plataformas ou tecnologias específicas de backup, replicação, disaster recovery ou alta disponibilidade.
- Responsáveis de Cibersegurança e CISOs;
- CIOs e responsáveis de TIC;
- responsáveis de continuidade das atividades e recuperação de desastres;
- responsáveis de operações, infraestruturas, redes e sistemas;
- responsáveis de gestão dos riscos e gestão de crises;
- donos de serviços, funções ou atividades críticas;
- responsáveis por sistemas, aplicações, capacidade e disponibilidade;
- gestores de fornecedores críticos com impacto na continuidade;
- profissionais de Entidades Públicas Relevantes responsáveis por funções ou atividades críticas e pelos ativos TIC que as suportam;
- profissionais de segurança da informação, resposta a incidentes, auditoria, compliance, jurídico, proteção de dados e comunicação;
- consultores que apoiem continuidade, recuperação ou gestão de crises.
Não é uma formação técnica aprofundada sobre plataformas ou tecnologias específicas de backup, replicação, disaster recovery ou alta disponibilidade.
Condições de participação
As CONDIÇÕES GERAIS DE PARTICIPAÇÃO são aplicáveis às modalidades de formação presencial e online. A inscrição pressupõe o conhecimento e aceitação das Condições Gerais de Participação, disponíveis em:
https://aeportugal.pt/pt/condicoes-gerais-de-participacao
https://aeportugal.pt/pt/condicoes-gerais-de-participacao
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