ONLINE | NIS2 PROTEGE - Gestão da Cadeia de Abastecimento e Planos de Saída
Datas
10, 17 e 24 de novembro de 2026
Local
Online
Horário
09:30 - 12:30
Duração
9 horas
Preço
Associado AEP: 495€
Outros: 550€
10% desconto grupo a partir de 3 inscrições
não acumula com outros descontos
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Enquadramento
NIS2 PROTEGE - Gestão da Cadeia de Abastecimento e Planos de Saída
Fornecedores críticos, risco residual, restrição e saída segura
Fornecedores críticos, risco residual, restrição e saída segura
Está a receber questionários NIS2 dos seus grandes clientes e precisa de organizar respostas e evidências? Consegue avaliar os seus próprios fornecedores e perceber que requisitos e evidências deve exigir? Sabe o que fazer quando a dependência é elevada, a evidência é insuficiente ou o risco deixa de ser aceitável?
O curso foi concebido para capacitar profissionais que precisam de atuar dos dois lados da cadeia de abastecimento: avaliar e controlar fornecedores críticos da sua própria entidade e responder, de forma estruturada e sustentada, a questionários e pedidos de evidência recebidos de clientes.
Ao longo da formação, os participantes trabalham identificação e categorização de fornecedores, devida diligência, criticidade, concentração, substituibilidade, práticas de cibersegurança, desenvolvimento seguro, requisitos contratuais, monitorização, questionários de clientes, evidências, risco residual, regularização, restrição, transição e encerramento seguro.
O curso distingue sistematicamente obrigação legal ou regulamentar, requisito contratual, critério de avaliação definido pelo cliente e pedido de informação ou evidência, evitando tratar automaticamente qualquer pergunta recebida de um cliente como obrigação legal autónoma.
O curso enquadra estes temas no Regime Jurídico da Cibersegurança, no Regulamento n.º 756/2026 e nas medidas aplicáveis do QNRCS 2.0, recorrendo ainda às orientações oficiais do CNCS e ao ENISA Technical Implementation Guidance — Supply Chain Security como apoio técnico, de acordo com a respetiva natureza e força.
A formação inclui o Toolkit Essencial NIS2 — Cadeia de Abastecimento, composto por artefactos editáveis e reutilizáveis utilizados nos exercícios para apoiar a avaliação de fornecedores, a análise do risco residual, a definição de requisitos, a monitorização, a resposta a questionários de clientes, a regularização, a saída e o encerramento seguro.
Nos casos de uso em que seja pedagogicamente adequado, o CYBERSECURE é utilizado como plataforma de apoio à realização dos exercícios e à organização da informação sobre fornecedores, dependências, riscos, requisitos, respostas, ações de regularização e evidências.
O Toolkit e a plataforma apoiam a análise e organização do trabalho, sem substituir a avaliação, a decisão, a validação ou a responsabilidade das funções competentes.
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Objetivos
No final da formação, os participantes deverão ser capazes de:
- identificar fornecedores, produtos, serviços e dependências críticas;
- categorizar relações de fornecimento por criticidade, exposição, impacto e dependência;
- realizar devida diligência proporcional antes da contratação, renovação ou expansão da relação;
- avaliar concentração, substituibilidade, portabilidade e dependência tecnológica;
- analisar práticas de cibersegurança, vulnerabilidades, controlos e evidências;
- definir requisitos contratuais e operacionais proporcionais e verificáveis;
- interpretar questionários e pedidos de evidência recebidos de clientes;
- distinguir obrigação legal, requisito contratual, critério de avaliação e pedido de informação;
- associar respostas a responsáveis, políticas, processos, controlos e evidências;
- identificar respostas que não estejam suficientemente sustentadas;
- transformar lacunas em ações de regularização;
- estruturar monitorização, reavaliação periódica e revisão extraordinária;
- fundamentar decisões de manutenção, condicionamento, regularização, restrição, substituição ou saída;
- preparar transição, reversibilidade e encerramento seguro;
- organizar decisões, respostas, aprovações e evidências de forma reutilizável.
Programa
Sessão 1 — Avaliar antes de contratar
Pergunta central: Temos informação suficiente para selecionar o fornecedor, o produto e o modelo de relação?
A sessão trabalha a identificação e categorização de fornecedores, produtos, serviços e dependências críticas. São analisados os processos de devida diligência antes da contratação, renovação ou expansão da relação. Os participantes avaliam acessos, dados, subcontratação, concentração, substituibilidade, interoperabilidade, portabilidade e dependência tecnológica. São ainda consideradas as práticas de cibersegurança do fornecedor, incluindo desenvolvimento seguro quando aplicável, resiliência do produto ou serviço, controlos existentes e evidência disponível. A sessão distingue fornecedor direto, subcontratantes e outras dependências da cadeia, incluindo componentes de software livre e de código aberto. É também introduzida a perspetiva do fornecedor: que critérios estão a ser aplicados pelo cliente e que evidência pode ser necessária para responder.
Exercício prático: avaliação de um fornecedor dominante, com forte dependência, componentes de software livre e de código aberto, risco de aprisionamento tecnológico e evidência incompleta.
Outputs trabalhados: Ficha Integrada de Avaliação do Fornecedor e do Produto; Ficha de Análise e Tratamento do Risco Residual.
Sessão 2 — Contratar, coordenar e monitorizar
Pergunta central: O contrato, a evidência e a monitorização permitem gerir o risco ao longo da relação?
A sessão trabalha a tradução do risco em responsabilidades, requisitos contratuais e mecanismos de acompanhamento. São abordados requisitos relativos a incidentes, vulnerabilidades, subcontratação, níveis de serviço, continuidade, alterações materiais, direitos de auditoria e acesso a evidências. Os participantes distinguem monitorização contínua, reavaliação periódica e revisão extraordinária motivada por incidentes, vulnerabilidades, incumprimentos ou alterações relevantes. A sessão trabalha também a perspetiva do fornecedor que recebe questionários ou pedidos de evidência dos seus clientes. São analisadas a interpretação das perguntas, a identificação das funções responsáveis, a associação das respostas à evidência existente e a validação interna das declarações. O objetivo é distinguir respostas demonstráveis de afirmações não suportadas e transformar lacunas em ações de regularização.
Exercício prático: um fornecedor enfrenta alterações e desvios durante a relação e recebe, em paralelo, um questionário de cibersegurança de um cliente estratégico com pedidos de evidência sobre incidentes, vulnerabilidades, continuidade, subcontratação, acessos e monitorização.
Outputs trabalhados: Matriz de Responsabilidades e Requisitos Contratuais; Plano de Monitorização, Regularização e Verificação da Eficácia; Matriz de Resposta a Questionários de Cibersegurança e Evidências para Clientes.
Sessão 3 — Testar, sair e encerrar com segurança
Pergunta central: Conseguimos restringir, substituir ou terminar a relação sem criar um risco maior?
A sessão trabalha os critérios de manutenção, regularização, restrição, suspensão, substituição e cessação de fornecedores ou serviços críticos. São analisados os critérios para envolver fornecedores críticos em exercícios e testes de resposta a incidentes, continuidade e recuperação, quando aplicável. Os participantes trabalham transição, reversibilidade, migração, portabilidade, acessos, contas, credenciais, dados, documentação, ativos e fluxos de informação. São ainda abordadas as obrigações que permanecem após o termo da relação, a revogação de acessos, a devolução de ativos e a transferência ou eliminação segura de dados. A sessão relaciona estas decisões com continuidade, risco residual e evidência de encerramento. Na perspetiva do fornecedor, é analisado o impacto que a insuficiência persistente de evidência, o incumprimento ou a incapacidade de regularização podem ter na decisão do cliente de condicionar, restringir ou terminar a relação.
Exercício final integrador: uma entidade depende fortemente de um fornecedor que acumula desvios contratuais, uma vulnerabilidade relevante, falhas de serviço e insuficiência de evidência, mas cuja substituição imediata pode afetar um serviço crítico.
Outputs trabalhados: Plano de Restrição, Saída e Substituição; Checklist e Termo de Encerramento Seguro.
Pergunta central: Temos informação suficiente para selecionar o fornecedor, o produto e o modelo de relação?
A sessão trabalha a identificação e categorização de fornecedores, produtos, serviços e dependências críticas. São analisados os processos de devida diligência antes da contratação, renovação ou expansão da relação. Os participantes avaliam acessos, dados, subcontratação, concentração, substituibilidade, interoperabilidade, portabilidade e dependência tecnológica. São ainda consideradas as práticas de cibersegurança do fornecedor, incluindo desenvolvimento seguro quando aplicável, resiliência do produto ou serviço, controlos existentes e evidência disponível. A sessão distingue fornecedor direto, subcontratantes e outras dependências da cadeia, incluindo componentes de software livre e de código aberto. É também introduzida a perspetiva do fornecedor: que critérios estão a ser aplicados pelo cliente e que evidência pode ser necessária para responder.
Exercício prático: avaliação de um fornecedor dominante, com forte dependência, componentes de software livre e de código aberto, risco de aprisionamento tecnológico e evidência incompleta.
Outputs trabalhados: Ficha Integrada de Avaliação do Fornecedor e do Produto; Ficha de Análise e Tratamento do Risco Residual.
Sessão 2 — Contratar, coordenar e monitorizar
Pergunta central: O contrato, a evidência e a monitorização permitem gerir o risco ao longo da relação?
A sessão trabalha a tradução do risco em responsabilidades, requisitos contratuais e mecanismos de acompanhamento. São abordados requisitos relativos a incidentes, vulnerabilidades, subcontratação, níveis de serviço, continuidade, alterações materiais, direitos de auditoria e acesso a evidências. Os participantes distinguem monitorização contínua, reavaliação periódica e revisão extraordinária motivada por incidentes, vulnerabilidades, incumprimentos ou alterações relevantes. A sessão trabalha também a perspetiva do fornecedor que recebe questionários ou pedidos de evidência dos seus clientes. São analisadas a interpretação das perguntas, a identificação das funções responsáveis, a associação das respostas à evidência existente e a validação interna das declarações. O objetivo é distinguir respostas demonstráveis de afirmações não suportadas e transformar lacunas em ações de regularização.
Exercício prático: um fornecedor enfrenta alterações e desvios durante a relação e recebe, em paralelo, um questionário de cibersegurança de um cliente estratégico com pedidos de evidência sobre incidentes, vulnerabilidades, continuidade, subcontratação, acessos e monitorização.
Outputs trabalhados: Matriz de Responsabilidades e Requisitos Contratuais; Plano de Monitorização, Regularização e Verificação da Eficácia; Matriz de Resposta a Questionários de Cibersegurança e Evidências para Clientes.
Sessão 3 — Testar, sair e encerrar com segurança
Pergunta central: Conseguimos restringir, substituir ou terminar a relação sem criar um risco maior?
A sessão trabalha os critérios de manutenção, regularização, restrição, suspensão, substituição e cessação de fornecedores ou serviços críticos. São analisados os critérios para envolver fornecedores críticos em exercícios e testes de resposta a incidentes, continuidade e recuperação, quando aplicável. Os participantes trabalham transição, reversibilidade, migração, portabilidade, acessos, contas, credenciais, dados, documentação, ativos e fluxos de informação. São ainda abordadas as obrigações que permanecem após o termo da relação, a revogação de acessos, a devolução de ativos e a transferência ou eliminação segura de dados. A sessão relaciona estas decisões com continuidade, risco residual e evidência de encerramento. Na perspetiva do fornecedor, é analisado o impacto que a insuficiência persistente de evidência, o incumprimento ou a incapacidade de regularização podem ter na decisão do cliente de condicionar, restringir ou terminar a relação.
Exercício final integrador: uma entidade depende fortemente de um fornecedor que acumula desvios contratuais, uma vulnerabilidade relevante, falhas de serviço e insuficiência de evidência, mas cuja substituição imediata pode afetar um serviço crítico.
Outputs trabalhados: Plano de Restrição, Saída e Substituição; Checklist e Termo de Encerramento Seguro.
Metodologia
Cada sessão responde a uma pergunta operacional, integra um exercício principal e desenvolve um conjunto limitado de artefactos do Toolkit Essencial NIS2 — Cadeia de Abastecimento.
Os exercícios são apresentados em vagas sucessivas de informação. Os participantes trabalham alternadamente as duas perspetivas da cadeia: em alguns momentos avaliam um fornecedor; noutros recebem requisitos ou questionários de um cliente e têm de preparar uma resposta sustentada por evidência.
Na perspetiva do fornecedor, é trabalhada a cadeia:
pergunta → interpretação → responsabilidade → controlo → evidência → validação → resposta → lacuna → regularização
Na perspetiva do cliente:
dependência → avaliação → requisito → evidência → decisão → monitorização → regularização → restrição ou saída
Nos casos de uso em que seja pedagogicamente adequado, o CYBERSECURE é utilizado como plataforma de apoio à realização dos exercícios e à organização da informação sobre fornecedores, dependências, riscos, requisitos, respostas, ações de monitorização, regularização e evidências.
A utilização da plataforma é articulada com os artefactos editáveis do Toolkit Essencial NIS2 — Cadeia de Abastecimento e não substitui a análise, a avaliação, a decisão, a validação ou a responsabilidade das funções competentes.
Não existe trabalho assíncrono obrigatório. O Toolkit é trabalhado durante as sessões e disponibilizado em formato editável e reutilizável. A Documentação Pedagógica Complementar é disponibilizada como referência, sem explicação exaustiva.
A utilização do CYBERSECURE não constitui uma competência autónoma de avaliação. É avaliada a qualidade da análise, da avaliação, da decisão, da fundamentação, das respostas e da evidência organizada, independentemente do suporte utilizado.
A avaliação é contínua e formativa, considerando a participação, a qualidade da análise, a capacidade de distinguir requisito de evidência, a fundamentação das decisões, a coerência entre respostas, controlos e evidências e o desempenho no exercício final integrador.
Os exercícios são apresentados em vagas sucessivas de informação. Os participantes trabalham alternadamente as duas perspetivas da cadeia: em alguns momentos avaliam um fornecedor; noutros recebem requisitos ou questionários de um cliente e têm de preparar uma resposta sustentada por evidência.
Na perspetiva do fornecedor, é trabalhada a cadeia:
pergunta → interpretação → responsabilidade → controlo → evidência → validação → resposta → lacuna → regularização
Na perspetiva do cliente:
dependência → avaliação → requisito → evidência → decisão → monitorização → regularização → restrição ou saída
Nos casos de uso em que seja pedagogicamente adequado, o CYBERSECURE é utilizado como plataforma de apoio à realização dos exercícios e à organização da informação sobre fornecedores, dependências, riscos, requisitos, respostas, ações de monitorização, regularização e evidências.
A utilização da plataforma é articulada com os artefactos editáveis do Toolkit Essencial NIS2 — Cadeia de Abastecimento e não substitui a análise, a avaliação, a decisão, a validação ou a responsabilidade das funções competentes.
Não existe trabalho assíncrono obrigatório. O Toolkit é trabalhado durante as sessões e disponibilizado em formato editável e reutilizável. A Documentação Pedagógica Complementar é disponibilizada como referência, sem explicação exaustiva.
A utilização do CYBERSECURE não constitui uma competência autónoma de avaliação. É avaliada a qualidade da análise, da avaliação, da decisão, da fundamentação, das respostas e da evidência organizada, independentemente do suporte utilizado.
A avaliação é contínua e formativa, considerando a participação, a qualidade da análise, a capacidade de distinguir requisito de evidência, a fundamentação das decisões, a coerência entre respostas, controlos e evidências e o desempenho no exercício final integrador.
Formadores
Henrique Necho
- Formador certificado
- Responsável de Cibersegurança, consultor e formador em NIS2
- Mais de 30 anos de experiência profissional nas áreas de redes e sistemas, cibersegurança, auditoria, privacidade, governação e regulação tecnológica
- Trabalho orientado para a tradução de requisitos legais e regulamentares em decisões, responsabilidades, medidas, processos, verificações e evidências aplicáveis às organizações
- Responsável pela conceção técnica e pedagógica do portefólio de formação NIS2 e dos respetivos casos, exercícios, Toolkits e Dossiers
- Certificações profissionais: CISM, CISA, ISO/IEC 27001 Lead Implementer, ISO/IEC 27005 Senior Risk Manager, CIPP/E, CIPM e CIPT
- Investigação e escrita do livro "NIS2 EXECUTA — Implementação Prática para Responsáveis de Cibersegurança (CISOs)"
- Responsável pela conceção do CYBERSECURE e pelo seu alinhamento com o RJC e o Regulamento n.º 756/2026
Destinatários
A formação destina-se a profissionais que intervêm em qualquer dos dois lados da relação de fornecimento.
Na perspetiva de quem avalia e gere fornecedores:
Na perspetiva de quem responde a requisitos de clientes:
É especialmente adequado para quem precisa de avaliar evidências de terceiros ou de produzir, validar e organizar evidências para terceiros.
É igualmente adequado para profissionais que participam na seleção ou renovação de fornecedores, acompanham relações críticas ou precisam de fundamentar decisões de manutenção, regularização, restrição, substituição ou saída.
Não é uma formação técnica aprofundada em auditoria de código, testes especializados de segurança de produtos, desenvolvimento seguro ou avaliação técnica especializada de software e hardware.
Na perspetiva de quem avalia e gere fornecedores:
- Responsáveis de Cibersegurança e CISOs;
- CIOs e responsáveis de TIC;
- profissionais de segurança da informação;
- profissionais de compras, contratação e procurement;
- responsáveis pela gestão de fornecedores e contratos;
- profissionais de gestão dos riscos;
- responsáveis de continuidade das atividades;
- donos de serviços ou processos críticos;
- profissionais de jurídico, compliance e auditoria;
- responsáveis por outsourcing, cloud, MSP, MSSP ou outros serviços tecnológicos críticos.
Na perspetiva de quem responde a requisitos de clientes:
- responsáveis de cibersegurança e segurança da informação;
- profissionais de compliance, risco e qualidade;
- responsáveis de jurídico e gestão contratual;
- profissionais de propostas, concursos e respostas a clientes;
- equipas que coordenam questionários de cibersegurança ou pedidos de evidência;
- gestores de conta e equipas comerciais ou técnicas envolvidas em processos de avaliação de clientes;
- prestadores de serviços TIC, cloud, MSP, MSSP e outros fornecedores B2B sujeitos a requisitos de cibersegurança dos seus clientes.
É especialmente adequado para quem precisa de avaliar evidências de terceiros ou de produzir, validar e organizar evidências para terceiros.
É igualmente adequado para profissionais que participam na seleção ou renovação de fornecedores, acompanham relações críticas ou precisam de fundamentar decisões de manutenção, regularização, restrição, substituição ou saída.
Não é uma formação técnica aprofundada em auditoria de código, testes especializados de segurança de produtos, desenvolvimento seguro ou avaliação técnica especializada de software e hardware.
Condições de participação
As CONDIÇÕES GERAIS DE PARTICIPAÇÃO são aplicáveis às modalidades de formação presencial e online. A inscrição pressupõe o conhecimento e aceitação das Condições Gerais de Participação, disponíveis em:
https://aeportugal.pt/pt/condicoes-gerais-de-participacao
https://aeportugal.pt/pt/condicoes-gerais-de-participacao
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