Envolvente Empresarial – Análise de Conjuntura

Envolvente Empresarial - 1º Trimestre 2019

Envolvente Empresarial - Análise da Conjuntura é uma publicação trimestral desenvolvida conjuntamente pela AEP, AIP e CIP, com informação detalhada da evolução da atividade económica e de outros indicadores, incluindo ainda uma seleção de aspetos relevantes do enquadramento nacional e internacional. 

Nestre número destamos:


A NÍVEL NACIONAL:
 
  • Início de 2019 com sinais de maior dinamismo do PIB em volume, embora as previsões apontem para uma nova desaceleração em 2019 (para 1,7%), que deverá prosseguir até 2021;
  • Abrandamento do PIB em 2018, para 2,1%, associado ao pior desempenho das exportações e do investimento, mas também à aceleração das importações, para o que contribuiu a maior dinâmica do consumo privado. No VAB setorial, destaque para o significativo abrandamento na Indústria (já com quedas homólogas nos 3º e 4º trimestres de 2018);
  • Estabilização da taxa de desemprego em 6,7% no quarto trimestre (o mínimo da série), traduzindo-se num valor médio de 7,0% em 2018 (acima dos 6,8% da UE);
  • Previsão do Banco de Portugal de um abrandamento gradual do emprego – refletindo, em parte, dificuldades em contratar pessoal –, que passa a crescer abaixo do PIB, traduzindo-se numa retoma da produtividade;
  • Manutenção, em 2018, de um saldo externo positivo (0,4% do PIB) – avaliado pelo saldo da Balança Corrente e de Capital –, embora significativamente menor que em 2017, apesar do registo de um défice da Balança Corrente, pela primeira vez em seis anos;
  • Estabilização da quota no mercado de bens em 2018, interrompendo a tendência de ganhos, e nova subida nos serviços;
  • Abrandamento da posição de investimento direto líquido, com a queda da posição de Investimento Direto Estrangeiro a ser amortecida pela queda da posição de Investimento Português no Exterior;
  • Redução do rácio de nascimentos por encerramento de empresas para 2,4% em 2018;
  • Deterioração do indicador de competitividade-custo em 2018 (pelo 3º ano) devido à apreciação do euro, que se atenuou em termos homólogos ao longo do ano;
  • Subida do preço do gasóleo prossegue no 1º trimestre de 2019, após um aumento significativo em 2018 (8,7%); 
  • Inversão do movimento de subida das taxas Euribor em março e nova queda da taxa de juro sobre novas operações às empresas;
  • Abrandamento significativo, em janeiro, do stock de crédito total às sociedades não financeiras (titulado e não titulado, concedido pelas Instituições Financeiras Monetárias), após uma recuperação em 2018, ano marcado por uma nova descida do rácio de crédito vencido nos empréstimos a essas sociedades;
  • Descida do défice orçamental para 0,5% do PIB em 2018 (abaixo da meta do Governo), o mínimo desde 1973, e da dívida pública para 121,5% do PIB, o mínimo desde 2011; 
  • Subida do rating da dívida soberana de Portugal da S&P para dois níveis acima do grau de investimento especulativo, contribuindo para novos mínimos da yield nacional a 10 anos;
  • Apresentação dos estudos “Automação e o Futuro do Trabalho em Portugal”, da CIP, e “Economic Survey of Portugal”, da OCDE;
  • Revisão em baixa (em % do PIB) do investimento público e em alta da carga fiscal no Programa de Estabilidade 2019-2023.

A NÍVEL INTERNACIONAL:
  • Revisão em baixa das previsões de crescimento da economia mundial – incluindo na Área Euro –, mas com uma perspetiva favorável em alguns mercados relevantes, com destaque para a recuperação de Angola;
  • Recuperação dos mercados acionistas face à perspetiva de um acordo comercial entre EUA e China e à política monetária mais acomodatícia da Reserva Federal e do BCE, após terem revisto em baixa as projeções de crescimento e inflação;
  • Subida da cotação do barril de brent para um máximo de cinco meses, em março, e queda do câmbio do euro face ao dólar para um mínimo de 21 meses;
  • Possível adiamento da data de saída do Reino Unido da União Europeia – Brexit – para 31/10.
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