Envolvente Empresarial – Análise de Conjuntura

Envolvente Empresarial - 3º Trimestre 2018

Envolvente Empresarial - Análise da Conjuntura é uma publicação trimestral desenvolvida conjuntamente pela AEP, AIP e CIP, com informação detalhada da evolução da atividade económica e de outros indicadores, incluindo ainda uma seleção de aspetos relevantes do enquadramento nacional e internacional. 

Nestre número destamos:

A NÍVEL NACIONAL:
  • Perspetiva de abrandamento económico no 3º trimestre, após um segundo trimestre em que o PIB recuperou algum dinamismo, embora com um crescimento relativamente baixo no contexto europeu e face à subida registada em 2017;
  • Proposta de Orçamento de Estado para 2019, divulgada em outubro, com uma previsão de crescimento económico de 2.2%, otimista à luz das projeções do Banco de Portugal e do FMI, e com reservas do Conselho de Finanças públicas, sustenta uma redução do défice orçamental de 0.7% para 0.2% do PIB e da dívida de 121.2% para 118.5% do PIB;
  • Subida da intensidade exportadora para um máximo de 44.5%;
  • Menor capacidade de financiamento da economia com a deterioração do saldo da balança corrente a sobrepor-se ao aumento do excedente na balança de capital;
  • Depreciação do euro melhora os indicadores de competitividade;
  • Preços da eletricidade e gás natural relativamente altos no contexto europeu – em particular para os escalões de consumo mais baixos, onde se situam as PME –, e preços do gasóleo também dos mais elevados;
  • Melhoria no mercado de trabalho prossegue, com a taxa de desemprego em queda;
  • Nova subida das taxas Euribor no terceiro trimestre face à normalização gradual da política monetária do BCE;
  • Aumento da yield soberana portuguesa a 10 anos num contexto de apreensão pela situação em Itália, mas contágio pouco significativo em face da melhoria da situação orçamental;
  • Subida da taxa de juro às empresas, que continuam a não beneficiar do aumento ocorrido no stock de crédito interno, embora na Indústria Transformadora a variação seja positiva;
  • Melhoria da perspetiva da dívida soberana de Portugal pela agência de notação S&P,  mas alguns alertas deixados pelo FMI e Comissão Europeia relativamente à economia portuguesa;
  • Aprovada legislação no âmbito da descentralização e regionalização em estudo.


A NÍVEL INTERNACIONAL:
 
  • Revisão em baixa das previsões do FMI sobre o crescimento do PIB mundial para 3.7% em 2018 e 2019, com piores números para EUA e China, na sequência da guerra comercial, mas também para a UE e o Reino Unido face ao mau início de ano;
  • FMI cita riscos descendentes com incerteza de políticas e regresso do crescimento das economias avançadas às suas taxas potenciais, inferiores às de uma década atrás;
  • BCE confirma fim do programa de compra de ativos no final de 2018 e subida das taxas de juro de referência apenas após o verão de 2019;
  • Fed sobe taxa diretora pela 3ª vez em 2018 e sinaliza novos aumentos;
  • Saída da Grécia do Programa de assistência, após oito anos de ajuda externa, mas fricção entre o Governo de Itália e a Comissão Europeia face à revisão em alta da meta do défice italiano em 2019;
  • Protecionismo dos EUA contra a China prossegue com o alargamento dos produtos abrangidos.
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