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Privados são duplamente penalizados
AEP critica novas medidas de confinamento que esquecem economia

A atividade privada - que tem de ser fortemente apoiada para preservar o emprego e a criação de riqueza - está a ser duplamente penalizada uma vez que no mapa nacional da pandemia as zonas de risco coincidem com o coração industrial e produtivo do país, pouco propenso ao teletrabalho, ao contrário do que acontece com os serviços públicos, denuncia o presidente da AEP. 

Reagindo às medidas apresentadas, Luís Miguel Ribeiro não esconde a sua grande preocupação com as consequências da ausência de medidas “robustas e assertivas” de compensação aos prejuízos provocados ao tecido empresarial pelas restrições anunciadas por António Costa. “Para além de insuficientes, as medidas de apoio têm assumido um caráter pontual e imprevisível, quando o momento exige a adoção de uma política de apoio reforçada, verdadeiramente integrada e atempada. Não podemos nem devemos continuar a adotar uma estratégia reativa, pois os impactos negativos são, e serão, muito sérios”, adverte o presidente da AEP.

A AEP considera que as novas medidas de confinamento “deveriam centrar-se no indispensável equilíbrio entre as preocupações de saúde pública e o desejável funcionamento da economia e o consequente impacto social”.

Veja o comunicado de imprensa

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