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Portugal em baixa por insolvências e start-ups

Dados experimentais do Eurostat mostram que, em 2020, Portugal teve dos piores desempenhos europeus no registo de novos negócios (queda homóloga de -14,8% no 4T 20, a 2.ª mais alta em 16 países com dados na UE27, que teve uma subida de 2,8%, mas a perda chegou a ser de -48,2% no 2T 20) e nas declarações de insolvências (subida de 0,1% no 4T 20, a 3.ª maior na UE, que registou um recuo de -17,9%, mas no 3T 20 o aumento foi de 40,3%, o 2.º maior). 

Trata-se de um cenário oposto ao observado no 4T 19, em que Portugal tinha a última posição na variação homóloga das insolvências e estava a meio da tabela na dinâmica de registo de novos negócios. Olhando para a variação acumulada desde 2015, verifica-se que Portugal estava à frente da UE nos dois indicadores no final de 2019 e ficou atrás no final de 2020, significando que em apenas um ano foi perdida a vantagem evolutiva desde 2015. 

Como não há recuperação económica sem empresas que a sustentem, Portugal parte, assim, pior posicionado que os restantes países europeus. Estes números devem fazer refletir as autoridades nacionais sobre a dimensão e natureza dos apoios às empresas, nomeadamente no que se refere à enorme urgência de recapitalização do tecido empresarial, mas também noutras frentes.

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