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O presidente da AEP sobre “a inevitável aposta na Indústria”
Um PEDIP 5.0, adaptado a um paradigma diferente, mais tecnológico, circular e digital

A coluna de opinião do presidente da AEP no Dinheiro Vivo de 2 de maio é dedicada à “urgência da reindustrialização da economia nacional”. “Mais do que uma urgência é também uma inevitabilidade, se queremos uma trajetória de forte crescimento económico e de criação de emprego a médio e longo prazo” considera Luís Miguel Ribeiro, adiantando tratar-se de um processo que tem que ter em vista o regresso de indústrias deslocalizadas, bem como o desenvolvimento de novas indústrias mais intensivas em conhecimento e capital, por forma a reforçar e diversificar a produção e oferta portuguesa com elevado grau de incorporação nacional, e retirar o país da dependência de outros mercados de abastecimento, nomeadamente fora da Europa.

“Temos experiências do passado bem-sucedidas, com o PEDIP, que desenhou uma estratégia específica de apoio ao desenvolvimento industrial, com uma visão moderna dos fundamentos da competitividade empresarial que ainda hoje permanece válida”, refere o presidente da AEP, considerando que neste momento é necessário um novo Programa, orientado para a indústria, “com uma alocação intensa de recursos dos Fundos Europeus Estruturais”, que considera que não deverá ser nunca inferior a dez mil milhões de euros, sob a forma de subvenção não reembolsável a 100% ou com taxas de cofinanciamento muito próximas de 100%". Em suma, “um PEDIP 5.0, adaptado a um paradigma diferente, mais tecnológico, circular e digital”

De acordo com Luís Miguel Ribeiro, este PEDIP 5.0 deverá integrar várias dimensões: Tecnológica (Inovação, I&DT); Competências (Formação e Requalificação); Eficiência Empresarial (Produtividade e Competitividade); Financeira (Capitalização e Diversificação das Fontes); Entidades Associativas de Apoio à Indústria. E “que funcione em contínuo, com tramitação simplificada e célere, e com forte envolvimento das Associações Empresariais, designadamente na sua regulamentação”, continua o presidente da AEP, por forma a que “numa década, permita aumentar o peso do VAB industrial no VAB total da economia a uma média de 1 ponto percentual ao ano, atingindo 28% no final do próximo quadro financeiro de apoio”

E “como a ação tem de ser imediata, importa realocar já uma fatia de 20% do valor não executado pelo Portugal 2020”, remata Luís Miguel Ribeiro.

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