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O inesperado excedente da balança de bens e serviços
A opinião de Luís Miguel Ribeiro no Dinheiro Vivo

O artigo de opinião do presidente da AEP no Dinheiro Vivo de 22 de fevereiro é dedicado à análise do saldo externo da economia portuguesa:

“Como apontavam as previsões, em 2019, o saldo externo da economia portuguesa, avaliado pelo saldo conjunto da balança corrente e de capital, manteve-se positivo. Porém, é já bem clara a sua redução, para 0,9% do PIB (face a 1,4%, em 2018). 

Esta nova redução do saldo externo deve-se exclusivamente à evolução desfavorável da balança corrente, que, após seis anos de excedente, regressou a um saldo negativo (-0,1% do PIB), a refletir, sobretudo, a deterioração da balança de serviços, cujo excedente diminuiu para 8,3% do PIB, já pouco acima do défice da balança de bens (que se agravou para 7,9% do PIB). 

A grande novidade é a manutenção do excedente da BBS – balança de bens e serviços, o que constitui, em si, uma boa notícia e vem contrariar (felizmente!) as expectativas que tinha até ao conhecimento destes números e as projeções oficiais, que ainda em dezembro apontavam para um défice de 0,6% do PIB. Na prática, significa que a BBS teve uma melhoria de magnitude assinalável: em +1 ponto percentual do PIB, face às projeções. 

Estaremos, assim, a falar de uma melhoria superior a 2 mil milhões de euros, face ao previsto, pelo que é importante perceber as razões subjacentes a esta evolução mais favorável.” 


(…) 

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