Notícias

Estamos em Guerra: “Whatever it takes”
A opinião de Luís Miguel Ribeiro no Dinheiro Vivo

Estamos em Guerra. Uma Guerra Mundial de saúde pública, em que o inimigo é apenas um, mas implacável. O surto epidemiológico provocado pelo novo coronavírus avança contra tudo e contra todos! Assim começa o artigo de opinião do presidente da AEP no Dinheiro Vivo de 21 de março.

Ninguém tem certezas quanto ao seu impacto, depende muito da capacidade que tivermos de o “estancar” o mais rapidamente possível, continua Luís Miguel Ribeiro acrescentando que a recessão económica é já uma certeza sentida por muitos e, antes que seja tarde demais, importa evitar a todo o custo a sua maior profundidade. 

Na frente desta batalha exige-se uma resposta global, coordenada e rápida, das instituições internacionais e dos governos nacionais defende o presidente da AEP que considera positivas as medidas anunciadas pelo Governo português para apoio à economia e à manutenção do emprego, embora pecando pela insuficiente magnitude, dado que na sua totalidade, ascendem a menos de 5% do nosso PIB anual, enquanto a vizinha Espanha anunciou um pacote que ultrapassa os 16% do PIB espanhol. 

Considerando que, naturalmente, a primeira linha de prioridades está no controlo desta pandemia, por forma a assegurar o bem mais precioso: a vida humana, por si só um enorme desafio para Portugal, dadas as características da população, Luís Miguel Ribeiro, defende que o momento deve ser de ação, sublinhando o facto de vários governos terem tomado tomaram medidas de exceção, nomeadamente decretando o “estado de emergência”, que passou também a vigorar no nosso país. 

O bloco económico a que pertencemos, a Europa, deve avançar rapidamente com instrumentos adequados, em montante e imediata aplicação, seja na vertente da política orçamental ou monetária, sob pena da economia entrar numa espiral recessiva e dificilmente debelada, pelo menos a curto prazo, afirma o presidente da AEP. E acrescenta “whatever it takes”, como dizia Mário Draghi no seu discurso relativo à política monetária, em 2012, durante a crise económica e financeira, que permitiu salvar o euro, expressão agora recuperada pelo Presidente do Eurogrupo no contexto desta crise pandémica.

Para Luís Miguel Ribeiro, o anunciado plano do BCE, de 750 mil milhões de euros para a compra de ativos públicos e privados na zona euro, é positivo. Mas é preciso fazer-se muito mais, sob pena do colapso de todo o sistema económico e social.

Veja aqui o artigo na íntegra

Área Reservada

Eventos

Ver Todos os Eventos >>

Torne-se associado

A AEP oferece aos seus Associados uma série de vantagens nos serviços que presta.

Associe-se à AEP!

Redes Sociais


Siga-nos no Linkedin