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Empresas pedem antecipação dos fundos
Inquérito aos associados da AEP revela perspetivas pouco animadoras

No inquérito realizado pela AEP aos seus associados no mês de fevereiro, 93% dos inquiridos considera que os apoios à economia no âmbito da pandemia deveriam ser a fundo perdido, enquanto 97% pedem a execução imediata dos fundos europeus, sob "destruição massiva da capacidade instalada".

As perspetivas para o primeiro trimestre não são as melhores. A maioria das empresas aponta para uma forte quebra do volume de negócios, da carteira de encomendas ou do volume de investimento. A exceção é no emprego, área em que apenas 23% indica uma redução do número de trabalhadores e 3% aponta até para um crescimento.

Metade das empresas não espera o regresso à normalidade ao longo deste ano, registando-se a expectativa mais pessimista no setor do comércio, onde mais de metade das empresas aponta o regresso à normalidade apenas em 2022.

Estes resultados "só provam a necessidade do Plano de Recuperação e Resiliência ter de corresponder ao que o país e a economia real precisam", de acordo com declarações do presidente da AEP ao Dinheiro Vivo. Para Luís Miguel Ribeiro, "é imperativo que o Governo aposte na recuperação das empresas e na sua capacidade, por forma a que permaneçam no mercado. Só desta forma será possível assegurar a criação de riqueza e de emprego".

Veja os resultados do inquérito

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