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Apoio às empresas nesta crise é fundamental

Três estudos recentes demostram a importância de apoiar as empresas nesta crise, a urgência da sua recapitalização e os riscos de retirada prematura dos apoios.

No Boletim Económico de Maio, o Banco de Portugal apresenta dois estudos relativos ao impactos da pandemia nas empresas, um sobre liquidez e outro sobre descapitalização. Fica patente que:
  • em 2020, sem os principais apoios (layoff simplificado, garantias de crédito e moratórias), as empresas mais afetadas teriam tido uma redução acentuada de liquidez (em vez de um aumento ligeiro no rácio caixa/ativo);
  • o peso de empresas com capitais próprios negativos poderá subir de 26% em 2019 para 33% em 2021, acima do máximo de 30% registado durante a crise de dívida soberana.

Durante essa crise, o estudo "Crise e Crédito, Lições da recessão 2008-13", da Fundação Francisco Manuel dos Santos, salienta que “as empresas com elevada produtividade, mas em stress financeiro, cresceram a um ritmo mais lento e viram a sua probabilidade de encerramento aumentar. O risco de encerramento foi ainda maior para as empresas muito endividadas (…) e (…) mais dependentes do financiamento bancário”.

Embora com características diferentes, a atual crise também implicou o aumento do endividamento bancário, acentuado pelo uso (muito maior do que na UE) de moratórias e garantias de crédito, sendo crucial a recapitalização e o prolongamento dos apoios, enquanto for necessário, para travar o encerramento de empresas viáveis.

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