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AEP apreensiva com consequências da greve
Greves são prejudiciais para a imagem que Portugal projeta no exterior

Em comunicado à imprensa, a AEP – Associação Empresarial de Portugal manifesta a sua apreensão com as consequências que a greve, convocada pelos sindicatos dos motoristas de mercadorias e de matérias perigosas, terá na economia portuguesa.

"A AEP teme que o resultado desta greve - prevista para o dia 12 de agosto até tempo indeterminado - seja ainda mais grave do que o sentido em abril deste ano, já que, além dos combustíveis, vai afetar o abastecimento à indústria, comércio e serviços", lê-se no comunicado onde, além de referir a influência direta na atividade das empresas, "a AEP lembra que as greves também são um elemento de fragilidade da imagem que Portugal projeta para o exterior, podendo colocar em causa a competitividade do tecido empresarial, tendo em conta que o tempo de entrega e a capacidade de resposta são fatores essenciais nos negócios."

"Numa altura em que Portugal se encontra num processo de internacionalização crescente, a AEP entende que esta greve pode pôr em causa um dos principais pilares do crescimento económico sustentável, materializado, em parte, no aumento das exportações de bens e serviços", sublinha o Conselho de Administração da AEP, terminando com um apelo: " As empresas portuguesas já suportam elevados custos de contexto, pelo que a AEP pede para que esta situação não venha a ser mais um sério entrave à sua atividade diária".

Veja aqui o comunicado de imprensa

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