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Publicação Trimestral

 

Análise de Conjuntura - 2º trimestre de 2018


Nesta Envolvente Empresarial – Análise de Conjuntura realçamos:

A NÍVEL NACIONAL:
- Perspetiva de retoma de uma maior dinâmica da atividade económica no 2º trimestre, após um trimestre em que o PIB registou o crescimento mais baixo desde o 3º trimestre de 2016 e o 6º pior entre 27 países da UE com dados disponíveis;
- Manutenção das projeções de crescimento do Banco de Portugal de 2.3% em 2018 (ligeiramente acima da previsão de 2.2% da Comissão Europeia), 1.9% em 2019 e 1.7% em 2020, sendo otimista em 2018 e pessimista em 2019-2020 face aos valores de outras entidades (em particular do Governo, onde o abrandamento previsto é mais suave);
- Em termos de riscos, estima-se que o PIB nacional possa ter uma redução acumulada entre 0.7% e 2.5% após 3 anos de protecionismo, consoante o cenário seja limitado aos EUA ou escale para uma guerra comercial global;
- Subida do défice da balança de bens e queda da taxa de cobertura até maio, mas de forma ligeira, com subida homóloga das importações (6.3%) já pouco superior à das exportações (6.2%), enquanto nos serviços o excedente voltou a alargar-se, impulsionado sobretudo pela subida das exportações de Viagens e Turismo;
- Subida da quota de mercado das exportações quer nos bens quer nos serviços;
- Menor apreciação homóloga do euro face ao dólar no 2º trimestre (já com depreciação em cadeia desde março) sugere um desagravamento do indicador de competitividade preço;
- Movimento de criação líquida de empresas prossegue, com o rácio de nascimentos por encerramento a subir para 3.5 até maio;
- Descida da taxa de desemprego continua, atingindo mínimos de vários anos, a refletir a subida significativa do emprego;
- Recuo da yield soberana a 10 anos para 1.66% em abril, um mínimo da série iniciada em 1999, mas corrigindo em alta em maio (para 1.84%) em face da instabilidade política em Itália e Espanha, e estabilizando em junho (em 1.87%) já com alguma normalização da situação nesses países;
- Sociedades não financeiras voltaram a não fazer parte do aumento ocorrido no stock de crédito, continuando a registar a evolução mais negativa, ainda que seja de assinalar uma melhoria ao nível da Indústria Transformadora;
- Aprovados o Programa de Estabilidade e o Programa Nacional de Reformas para o período 2018-2022 nas versões finais;
- Abertura da discussão pública do Programa Nacional de Investimentos 2030, que irá definir os investimentos estratégicos na próxima década.

A NÍVEL INTERNACIONAL:
- FMI atualiza as projeções sem alterações nas estimativas de crescimento da economia mundial (3.9% em 2018 e 2019), apesar de revisões em baixa para a Área Euro (para 2.2% e 1.9%), incorporando informação do 1º trimestre abaixo do esperado na Alemanha e na França;
- BCE vai reduzir a metade a compra líquida de ativos, de setembro até dezembro, altura em que cessa as aquisições, e indica que as taxas de juro diretoras se situarão em mínimos, pelos menos, até ao verão de 2019, após ter revisto em alta as previsões de inflação em face dos preços do petróleo mais altos;
- Fed sobe a principal taxa de juro diretora para máximo de uma década, tendo também revisto em alta as previsões de inflação;
- Comissão Europeia apresenta proposta de Orçamento da UE para 2021-2027 de 1.11% do RNB, com cortes na PAC e na Política de Coesão (que passa a ter novos critérios como desemprego jovem, qualificações, alterações climáticas e migrações) e novos recursos para fazer face ao Brexit e a novas prioridades;
- União Europeia retalia contra medidas protecionistas dos EUA no âmbito da OMC;
- Cotação do brent atinge máximo de 3 anos e meio em maio, face à contenção da oferta, mas depois corrige em baixa com o acordo da OPEP e da Rússia para colmatar as restrições da oferta.




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