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Publicação Trimestral

 

Análise de Conjuntura, 3º trimestre de 2017


Nesta Envolvente Empresarial – Análise de Conjuntura, realçamos:

a nível nacional:
- A aceleração do PIB no 2º trimestre para 3%, o maior crescimento homólogo desde 2000, com o investimento a ser a rubrica mais dinâmica, seguida das exportações (embora perdendo algum fulgor), com o consumo a abrandar. Espera-se, contudo, um abrandamento da atividade económica neste segundo semestre e em 2018;
- Uma nova queda da taxa de desemprego, para 8.8% no 2º trimestre, o mínimo desde 2011;
- A subida do rating de Portugal para nível de investimento pela agência de notação S&P, levando a yield soberana de Portugal a 10 anos a recuar para 2.6% em setembro, o valor mensal mais baixo desde dezembro de 2015;
- O lançamento, por parte do Governo, do debate nacional sobre as prioridades a defender no quadro comunitário pós-2020;
- A realização da reunião do Conselho Estratégico para a Internacionalização da Economia Portuguesa, onde a AEP está representada, relativa ao Programa Internacionalizar;
- Os ganhos de quota de mercado em 2017, num contexto de apreciação do euro, como demonstração da capacidade competitiva das empresas portuguesas além do fator preço, apesar de uma ligeira correção em baixa no segundo trimestre;
- A quebra no número de empresas com processos de insolvência e o aumento na criação líquida de empresas;
- A manutenção de custos de contexto desfavoráveis à atividade empresarial: preços da energia (eletricidade, gás natural e gasóleo) e taxas de juro nos empréstimos às empresas relativamente elevados no contexto europeu;
- O alargamento do âmbito da IFD - Instituição Financeira de Desenvolvimento, nomeadamente à realização de operações através de instrumentos intermediados;
- Já em outubro, a apresentação da Proposta de Orçamento de Estado de 2018 (reduzindo o défice para 1% e a dívida para 123.5% do PIB) e a divulgação do relatório da 6ª Avaliação Pós-Programa de Assistência Económica e Financeira.

a nível internacional:
- A vitória de Merkel nas eleições legislativas da Alemanha, mas exigindo negociações com mais partidos para formar governo;
- O estabelecimento das bases de um Acordo de Parceria Económica entre a UE e o Japão, que se espera impulsione o comércio e a cooperação entre as duas potências;
- Já em outubro, a revisão em alta das previsões do FMI para o crescimento do PIB mundial – com riscos equilibrados no curto prazo, mas descendentes no médio e longo prazos – e a divulgação do ranking Doing Business 2018 do Banco Mundial, onde Portugal caiu para a 29ª posição.





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