AEPortugal

Associação Empresarial de Portugal

Terça-feira, 13 de Novembro de 2018.Visitante

Login Pedido de Informação Imprimir

 

 

AEPortugal

Informação Económica

Formação

 

AEP Projetos

 

Feiras

Internacionalização

Enterprise Europe Network

Qualidade

Ambiente e Energia

S S T

Sistemas de Incentivos

Jurídico

AEPortugal

AEP

Apresentação

Breve Historial

Estatutos

Orgãos Sociais 2017 - 2020

Organograma

CSA  -  Conselho Superior
 Associativo

Inscrição em Eventos

Biblioteca AEP On-line

Newsletters AEP

Subscrever Newsletters AEP

Publicações AEP

Recursos Humanos

AEPortugal

SÓCIOS

Admissão

Actualização de Dados

548.000 Maiores Empresas

Económico Digital

CONTACTOS

AEPortugal

FUNDAÇÃO AEP

APCER

CESAE
Católica Porto Business  School
Exponor
Exponor - Brasil
Formação PME
IDIT
Parque - Invest
 
 

 

 

   

 

     Logo facebook

 

 

A E Portugal : notícias
 

notícias - informação económica

Publicação Trimestral

 

Análise de Conjuntura, 4º trimestre de 2017


Nesta Envolvente Empresarial – Análise de Conjuntura, realçamos:

A NÍVEL NACIONAL:
- A convergência de Portugal com a UE em 2016, para 77.3% do PIB per capita médio europeu, mas que corresponde apenas ao 11º valor mais baixo, sendo ainda de assinalar a persistência de elevadas assimetrias dentro do território nacional, onde somente a A. M. Lisboa regista um valor acima da média europeia;
- O abrandamento do PIB no 3º trimestre (para 2.5%), a refletir um menor crescimento das exportações e do investimento, e uma aceleração das importações, passando a observar-se um contributo negativo da procura externa líquida;
- Em termos de projeções, a desaceleração gradual do PIB até 2020, mais em linha com as estimativas do crescimento potencial (entre 0% e 2%), que implicam que o atual ritmo de expansão seja insustentável sem melhorias estruturais da economia. O crescimento do PIB deverá ser próximo da Área Euro, esperando-se alguma convergência do PIB per capita apenas devido à queda da população portuguesa, mas sem compensar a divergência real acumulada até 2013.
- A descida da taxa de desemprego para 8.5% no 3º trimestre, renovando o mínimo da série iniciada em 2011;
- O recuo da yield soberana a 10 anos para 1.83% em dezembro, o valor mais baixo desde março de 2015, mas ainda o 2º maior da Área Euro;
- A continuação de preços elevados da energia à indústria no contexto europeu (eletricidade, gás natural e gasóleo);
- A deterioração da competitividade-custo no 3º trimestre com a apreciação do euro e o diferencial positivo de custos laborais unitários face ao exterior;
- A publicação da Lei do Orçamento de Estado para 2018, onde se destacam algumas medidas negativas para as empresas, como o aumento da derrama estadual e o agravamento dos impostos especiais sobre o consumo, e outras positivas, nomeadamente no âmbito do Programa Capitalizar;
- A aprovação do Programa Internacionalizar, que visa uma meta de 50% para o peso das exportações no PIB na próxima década.

A NÍVEL INTERNACIONAL:
- A revisão em alta das projeções de crescimento da economia mundial, embora o ritmo de expansão seja ainda historicamente baixo, exigindo reformas estruturais e políticas orçamentais que elevem o crescimento potencial, em simultâneo com a normalização da política monetária;
- A substituição, a partir de fevereiro, de Janet Yellen por Jerome Powell à frente da Fed, mas mantendo-se o compromisso de normalização gradual da política monetária (em dezembro foi decidida uma nova subida da taxa diretora da Fed);
- A eleição de Mário Centeno como Presidente do Eurogrupo no início de fevereiro;
- A aprovação de nova legislação anti-dumping europeia mais efetiva pelo Parlamento Europeu;
- O prolongamento do Plano Juncker (2.0) com novos setores e uma meta de 500 mil milhões de euros de investimento até 2020;
- A passagem do Brexit à 2ª fase de negociação.






A E Portugal : Informação de Rodapé

Design por: www.designarte.pt

Desenvolvido por CESAE: www.cesae.pt

Webmaster: dti@mail.cesae.pt