1. Como participar nas acções internacionais da AEP?
Para que a sua empresa possa participar nas acções internacionais da AEP -BUSINESS ON THE WAY- basta que aceda à respectiva ficha de inscrição (hiperligação presente na “newsletter”) e proceda ao seu preenchimento. Por favor, faça-a acompanhar pelo Certificado PME, emitido pelo IAPMEI, para que se possa aferir qual a comparticipação que lhe caberá consoante a dimensão da empresa. É importante salientar que a inscrição apenas será oficializada quando proceder ao pagamento da taxa de inscrição (no valor de 1.000,00€), a qual deverá ser liquidada nesta fase inicial.
2. Quais os mercados onde são desenvolvidas as acções?
As acções internacionais da AEP têm por destino a Europa, a África, a América (do Norte e do Sul), a Ásia e o Médio Oriente. Os mercados escolhidos em cada um destes continentes/ regiões são os que, mediante profundo estudo e análise, apresentam uma maior garantia de sucesso para as empresas portuguesas e melhores condições de recepção dos produtos nacionais. Tal deve-se a factores tão diversos como a proximidade linguística, cultural e histórica; o dinamismo económico, e o liberalismo comercial bem como a existência de legislação favorável às trocas comerciais, entre outros. A análise efectuada tem em consideração, de forma diferenciada, mercados e sectores.
3. Quais os sectores empresariais envolvidos nas acções?
As acções internacionais no âmbito do projecto BUSINESS ON THE WAY englobam os sectores da construção e materiais de construção; energias renováveis; mobiliário, decoração e têxteis lar;
joalharia; medico-hospitalar; e agro-alimentar e bebidas.
4. Quais os requisitos para participar numa acção?
Para participar nas acções internacionais da AEP a empresa deve ter um CAE elegível, ao abrigo do regulamentado pelo QREN, e não pode ter sede nos NUTS de Lisboa e Algarve, pois os apoios para as empresas destas regiões são específicos e proporcionais ao grau de desenvolvimento da região.
5. Qual a percentagem de comparticipação a que cada empresa tem direito?
A comparticipação do QREN às empresas no apoio à internacionalização é de
40%, no caso das médias e grandes empresas e de 45%, no caso das micro e pequenas empresas. Estas percentagens incidem sobre o custo total da acção, não compreendendo a taxa de inscrição (no valor de 1.000,00€).
6. Qual o papel da AEP no âmbito da internacionalização das empresas?
A AEP reserva-se o papel e o dever de estudar profundamente os mercados alvo das acções, de forma a apresentar incursões e acções nos mercados que mais garantias de sucesso oferecem às empresas portuguesas. Por outro lado, apoia as empresas através da organização e operacionalização integral das suas acções.
O Departamento de Serviços às Empresas em geral, e a área internacional em particular, nas pessoas dos gestores de mercado, estará sempre disponível para informar e apoiar os associados AEP na elaboração de estratégias e planos de internacionalização.
7. Quais os moldes das acções internacionais da AEP?
As acções internacionais do projecto BUSINESS ON THE WAY consistem em missões empresariais, feiras
e mostras de produtos.
No caso das missões empresariais procura-se estudar e perceber ao pormenor as empresas que a integram de forma a encontrar no mercado internacional o cliente que a empresa procura e os parceiros mais apropriados. O esquema tipo das missões empresariais é o de duas reuniões por dia com potenciais clientes. Por questões de operacionalidade, as comitivas empresariais são constituídas por poucos elementos e deslocam-se individualmente às supracitadas reuniões.
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Quanto Quanto à participação em feiras, o objectivo é expor os produtos nacionais em certames internacionais, sendo que se procura publicitar a presença das empresas portuguesas e a imagem de Portugal, conseguindo, assim, dar a conhecer aos principais “players” do mercado, o mercado nacional.
Relativamente à participação em mostras de produtos, o objectivo é expor os
produtos nacionais em acções de carácter específico cujo intuito é promover a
presença das empresas portuguesas e a imagem de Portugal dando a conhecer aos
principais "players" de cada mercado a oferta portuguesa.
Em todas estas situações são facultados às empresas dossiers com informações relevantes acerca do mercado em causa, para que estejam preparadas na hora da sua abordagem.
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